Vem chegando o verão

Olá!

Chegou o verão e, com ele, dias de sol, quentinho, amarelo, feliz, como há 20 dias eu não via. Quando se mora em um cidade cinzenta e o sol resolve aparecer, qual é a primeira coisa que você pensa? Sim, isso mesmo, dia de piquenique no parque! E eu acho que metade de Dublin pensou a mesma coisa, de tão lotado que estava =P

Sorte que não fomos em um parque qualquer, mas sim no Phoenix Park, o maior parque urbano da Europa, com mais de 700 hectares (algo em torno de 7 milhões de metros quadrados *____*).

Ele foi fundado em 1662, por James Butler, Vice-rei da Irlanda e Duque de Ormond, como vontade do rei Charles II. Cerca de 30% da área do parque é composta por árvores, além de ser um santuário para muitos mamíferos e pássaros. O parque conta com jardins, lagos, playgrounds, área para picnics e um zoológico, que tem uma incrível criação de leões! Além disso, a residência oficial do Presidente da Irlanda fica no centro do parque, desde 1750. Há algumas visitas guiadas esporádicas realizadas por lá e é óbvio que eu vou tentar ir \o/


Mas o nosso passeio não foi para conhecer o parque até porque é preciso muita disposição para percorrer todos esses metros… Voltaremos lá outro dia para fazer isso, desbravando tudo com bicicletas! Desta vez, fomos com os guris de Floripa, nossos amigos da escola e a ideia era deitar na grama, ouvir um som, comer besteira. E teve Budweiser (6 latas por 9 euros), pão, queijo cheddar, Nutella e The Beatles.

Dedicatória especial

Parque, grama, piquenique, Budweiser, The Beatles. Era demais para o meu pobre coração, que atingiu o ápice da saudade de você, meu querido, meu amor, meu bonito. Enquanto estava lá, eu só lembrava de você, só falava de você, só pensava em você. E, ao mesmo tempo que te sentia tão longe e sentia o coração apertando de saudade, com todas essas coisas que são tão suas e nossas, te sentia tão perto – aqui, dentro de mim. E lembrar de você, falar de você, pensar em você me trazia uma sensação boa. E assim, eu adormeci na grama, sonhando com o dia em que nos reencontraremos, para nunca mais nos separarmos.


Aí está o vídeo que eu falei. Não resisti, tive que gravar. Dá um pouco de dor de cabeça, porque eu acho que a cerveja já estava fazendo efeito e comecei a girar a câmera, não sei porque. Mas, tentando criar uma justificativa para isso agora, pode ser a representação de como eu me sinto longe de você e ouvindo o seu hino pessoal: de ponta cabeça, torta, tonta, sem sentido.

Te amo.

P.S.: Eu tenho uma novidade SENSACIONAL para contar. Mas isso virá em um outro post. Só adianto que eu sou a pessoa mais sortuda do universo das pessoas que fazem intercâmbio. E estou muito feliz, radiante =)