Uma saideira e muita saudade

Olá!

“Porque o título desse post é um trecho de uma música triste do Chico Buarque?” – você deve estar se perguntando. Tudo bem, talvez você não esteja se perguntado isso, mas eu vou dizer mesmo assim.

O título é triste porque uma parte de mim está triste, com tudo o que estou deixando para trás. E isso começou a aparecer nesta última sexta-feira, com as despedidas (simbólicas, pois eu só saio daqui a 2 dias) das pessoas do meu trabalho.

Trabalho esse que me sustenta há cinco anos, um mês e vinte e poucos dias e que me trouxe até aqui, a este momento de abandoná-lo para realizar o meu sonho.

Pessoas essas que estiveram comigo em momentos de alegria, de cervejadas, de almoços gordos e lights, de tristezas, de crises de nervoso, de jobs, jobs e jobs.

Trabalho que fará falta. Pessoas que farão MUITA falta. Me perdoem o sentimentalismo, mas sou sagitariana, publicitária e leio livros clássicos demais para o meu próprio bem.

Mas o bom é saber que todas essas pessoas estavam lá, ao meu lado, me desejando coisas boas, torcendo por mim, celebrando e chorando comigo. Isso é a melhor coisa do mundo: ver as pessoas vibrando por você, mesmo quando você não tem certeza se é a hora de vibrar tanto assim.

Obrigada por isso, vocês.
Obrigada por terem feito parte dos meus dias por tanto tempo.
Vocês são os melhores =)

Ah sim. Tivemos um almoço no restaurante mais peculiar de Campos Elísios, Sabor da Brasa, lugar de tantos outros almoços históricos. E, no final do expediente, um happy hour incrível no O’Malleys (ah, vá?), com direito a brindes de Guinness (ah, vá?), presentes, risadas e choros. Vejam as fotos:

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E assim, eu bato o portão fazendo muito alarde, eu levo o passaporte de identidade, uma saideira, muita saudade e a leve impressão de que nunca é tarde.

P.S. Agradeço a Chico Buarque pelo uso do trecho da música em questão “Trocando em Miúdos”.

P.S. Faltam 26 dias #Fuuuuudeu

See you!