Arrumando as malas: Escócia

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# O destino

País: Escócia
Capital: Edimburgo
Forma de governo: Monarquia Constitucional
Moeda: Pound
População: Mais de 5 milhões de pessoas
Temperatura média nessa época do ano: Entre 6 e 2 graus

# A viagem

Período: 10 e 11 de janeiro
Cidades cobertas: Edimburgo
Transporte: ônibus
Hospedagem: Hostel em Edimburgo
Highlights: Edinburgh Castle, Palace of Holyrood House, Old Town, The Elephant House (onde JK Rowling começou a escrever Harry Potter s2)

# Curiosidades

– Edimburgo sempre foi uma das cidades que eu mais quis conhecer na vida. Porquê? Nem sei explicar, só sinto s2

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Arrumando as malas: Inglaterra

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# O destino

País: Inglaterra
Capital: Londres
Forma de governo: Monarquia Parlamentarista
Moeda: Pound
População: Mais de 50 milhões de pessoas
Temperatura média nessa época do ano: Entre 9 e 5 graus

# A viagem

Período: 30 a 09 de janeiro / 12 a 14 de janeiro
Cidades cobertas: Londres, Windsor, Bath, Stratford-Up-Avon, Oxford, Liverpool e Chester
Transporte: Avião, trem e ônibus
Hospedagem: Hostels em Londres e Liverpool (as demais cidades serão visitadas como day-trips)
Highlights: Tour pelos estúdios do Harry Potter, Tower of London, New Year’s Eve, City of London, Hampton Court, Windsor Castle, Shakespeare’s birthplace, Roman Baths, Oxford University, Cavern Club e Tudor façades.

# Curiosidades

– A Inglaterra foi o único país que eu nunca cogitei em excluir da viagem ^^

Ode to Europe – Part II e The Magical Mistery Tour

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Depois de tanto tempo de dúvidas, indecisões, decisões, choros, risadas, medos, alegrias, posso dizer que tenho 99,5% pronto para a minha viagem, que começará em 6 dias *___*

Foi por isso que tive que dar um tempo no blog, afinal quem consegue pesquisar sobre tantos países, reservar hostels, comprar vôos e seguro viagem nas únicas horas de descanso que tem após 12 horas ininterruptas de trabalho e ainda escrever as suas maluquices?

Agora tudo está quase pronto. Só falta montar o roteiro de Bratislava (mas aposto que faço isso em 2 horas =P) e reservar o hostel de lá (mas é como disse a Mary Rose: “minha filha, indo no inverno para a Eslováquia você pode chegar lá no dia e escolher o hostel que quiser que vai ter cama disponível o.O). E também tenho que imprimir os bookings, arrumar as tralhas e fazer as unhas (que não recebem um esmalte que seja há uns 6 meses ¬¬).

A viagem será dividida em duas fases:

Ode to Europe – Part II
Duração: de 30/12 a 07/02
Países: Inglaterra, Escócia, Alemanha, Polônia, Hungria e Eslováquia
Companhia: Tamis por 12 dias, sozinha por 26 dias

The Magical Mistery Tour
Duração: de 08/02 a 28/02
Países: Áustria, Rússia e República Tcheca
Companhia: Beto s2

E pretendo postar a ficha técnica de cada lugar ainda hoje (eu sei que é véspera de Natal aí no Brasil, mas é só amanhã que temos festa por aqui) e, quando voltar ao Brasil, a história e a descrição de cada dia da viagem (vida de desempregado serve pra quê, não é?).

P.S. É estranho mas, apesar de ter todas as passagens e reservas no meu nome e uma planilha gigantesca que eu alimento há mais de três meses, ainda sinto que não é comigo. Sério que pego um avião em 6 dias e vou ficar pra lá e pra cá por 60 dias? Que Deus me ajude para eu não acabar sozinha, perdida e sem dinheiro na Polônia >.<

P.S. O Beto, como comandante da The Magical Mistery Tour, fará as devidas postagens sobre o roteiro e informações dos países em sua responsabilidade. É, acho que eu não conseguiria ir para a Rússia sem ele…

A segunda maravilha irlandesa

Não é porque eu seja uma alcoólatra ou porque não tenha aproveitado direito o que a Irlanda oferece não, mas a coisa que eu sempre acreditei ser a obra-prima, a estrela, o que os irlandeses mais deveriam se orgulhar para sempre, é a sua Guinness. Uma cerveja antiga, apreciada mundialmente, deliciosa, criada por um irlandês visionário e genial, com uma história vitoriosa, de rápida ascensão e sucesso. Não poderia ser diferente.

E, na semana passada, eu tive acesso ao que eu chamo de “minha segunda maravilha irlandesa”. Era o dia de aproveitar o presente de aniversário que a Mags me deu, um par de ingressos para uma banda que toca música irlandesa legal e cool, não aquelas pega turistas do Temple Bar, ela disse. Mesmo sendo uma “girls night out”, como nunca fazemos, eu não estava muito empolgada não. Sei lá, depois de muito tempo indo do trabalho pra casa pro roteiro da viagem, acho que perdi a empolgação para sair. Mas era o meu presente de aniversário e todo mundo estaria lá (Mags e amiga, Tamis, Kitty e amiga, Mary Rose), então botei um vestido e disfarcei as olheiras do trabalho com maquiagem e encarei.

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Fui com a Mags e chegamos atrasadas (porque não é fácil colocar três bebês para dormir, jantar e se arrumar), então a banda já tinha começado no momento em que entramos, guardamos as bolsas e casacos e pegamos os drinks. A primeira impressão foi boa, fiquei animada. Mas eu ainda reparava nas pessoas dançando de forma estranha ao redor e apontava para a Tamires dizendo: “afee, olha isso!”. É, mal sabia eu o que estava para acontecer comigo…

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E a banda foi tocando, e a música foi entrando na minha cabeça, e a cerveja foi descendo pela garganta e, quando eu menos pude prever, estava dançando loucamente, totalmente absorta por aquele som celta, místico, lindo, emocionante. Eu não conseguia ver muito nada ao redor não, parecia que estava em transe. Quem sabe não é um tipo de poder mágico da música celta?

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E eu tinha vontade de chorar, à medida que dançava. E eu pingava suor, meu cabelo voava para todos os lados. E eu aplaudia forte, gritava, me sentia feliz. Que música poderosa! E constatações do tipo me vinham à cabeça: “se a música celta fosse como o rock ‘n roll, eu poderia dizer que essa banda toca heavy metal”, “isso é metal celta, porra! – e fazia o símbolo do metal (ok, culpa da cerveja)”, “agora eu entendi porque os celtas matavam cabras, até eu mataria uma cabra agora!”.

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No final do show, me sentia leve, como se eu tivesse deixado vinte quilos de preocupações, pensamentos, medos ali. Foi muito mais que um show, foi quase que uma experiência espiritual, aquela música e aquele ritmo poderoso nos abençoando para uma noite, um dia, uma vida melhor.

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Os responsáveis por tudo isso? KILA, uma banda de música folclórica irlandesa, formada em 1987, com impressionantes 16 álbuns lançados. A banda é composta por sete músicos oficiais, que tocam instrumentos como baixo, percussão, flauta, violino e uns malucos que eu nem sei o nome (=P) e alguns convidados em shows especiais. A maioria das músicas é só instrumental, mas eles cantam em algumas também e aí é que está o legal da banda: eles só cantam em gaélico. Quer maior valorização da cultura celta do que isso?

Adorei a música, adorei o espetáculo (com direito a explosão de papeizinhos prateados no final), adorei a vibe dos caras, suas roupas, seus cabelos, sua energia. Virei fã. E esse show definitivamente entrou para a minha lista de melhores-coisas-que-aconteceram-comigo-aqui e para a outra dos melhores-presentes-de-aniversário-da-minha-vida =)

P.S. Eu tenho que admitir, as melhores fotos desse post foram tiradas pela Tamires. Primeiro, porque eu não sei tirar fotos de shows. Segundo, porque eu lá queria saber de foto o quê! =P

E o que se come por aí?

Eu era uma recém-chegada a essas terras, com muitas listas de coisas a fazer (porque a Talita jamais vai a um lugar sem saber o que encontrará por lá) e tentando descobrir alguns segredos a mais, contados pelos nativos dessa ilha molhada.

E eu pergunto pra Mags, em uma das minhas primeiras tardes com os meus bebês: “qual é a boa da culinária irlandesa?”. Qual não foi a minha surpresa quando ela diz: “nenhuma, esse sempre foi um país muito pobre, nunca desenvolvemos um grande hábito gastronômico”.

Fiquei decepcionada, me imaginava experimentando coisas diferentes e interessantes. Até procurei nos restaurantes, para ver se ela estava sendo injusta, mas não. De “típico” eles só servem as mesmas coisas: fish and chips (literalmente, peixe e batata frita) e Irish stew (ensopado de carne GORDA com legumes). Então me resignei a apagar a categoria “culinária” da lista de coisas a descobrir e passei a me contentar com a minha própria comida.

Mas hoje eu posso dizer que acho que a Mags não entendeu a minha pergunta. Eu queria saber quais eram os pratos típicos, o que caracterizava a cozinha deles, não necessariamente o que era estupidamente gostoso, famoso e servido nos restaurantes por ai. Queria saber a comida do dia a dia, aquilo que eles cresceram comendo, aquilo que eles servem para os seus filhos. Hoje eu vejo que sim, eles tem tradição culinária.

Um fato não tão surpreendente e que eu eu deveria ter previsto é que, graças ao domínio da Inglaterra, eles comem basicamente as mesmas coisas e tem mais ou menos os mesmos hábitos (tirando algumas coisas especiais que os irlandeses adoram destacar, como que para assegurar que eles tem sua identidade própria).

Então, depois desses 10 meses de convivência com famílias irlandesas, mais tudo o que eu li sobre a culinária inglesa nos livros do Harry Potter e mais algumas informações (e degustações) extraídas da época em que eu estava saindo com o cara-brasileiro-neto-de-ingleses, posso dizer que sim, essa lista do meu cronograma foi respeitada.

E esses são os meus favoritos =)

# Café da Manhã

Porridge



O famoso mingau de aveia, que o Airt AMA. Não sou muito fã da versão deles não, prefiro a que o meu pai fazia pra mim todos os sábados antes da aula de inglês =)

Toast and butter

Aqui não tem padaria para todos os lados como é no Brasil não. Então, a alternativa é comprar pão de forma no supermercado e tostar na torradeira, lambuzando de manteiga depois.

Sausages



Não é lenda não. Às vezes, eles comem salsichas no café da manhã sim! As salsichas deles não são como as nossas, são mais parecidas com linguiças na verdade, o que torna essa visão delas servidas com café e chá ainda pior na minha opinião. As minhas famílias não são muito adeptas a esse hábito, só em dias em que o café da manhã precisa ser reforçado, ufa!

Cereal and milk



O negócio do cereal no café da manhã é coisa séria aqui (e em outros países como os Estados Unidos, pelo que vemos nos filmes). Você vê mães comprando cinco caixas de cereal por vez no mercado e dizendo para a caixa “ai se eu esqueço uma delas!”. Aqui em casa mesmo, temos três versões diferentes para apenas duas pessoas e meia =P

# Almoço
(O almoço é, geralmente, uma refeição mais leve para eles).

Beans on toast



Perece nojento, se pensarmos no nosso feijão brasileiro. Mas o feijão deles aqui é diferente, é enlatado, bem clarinho e com molho de tomate adocicado. E, por incrível que pareça, fica bom em cima de uma torrada quentinha, com um pouquinho de queijo por cima.

# Jantar
(Servido entre 18h e 19h, no máximo, diga-se de passagem)

Fish Pie



Não é bem uma torta, mas sim um tipo de purê de batata com diferentes tipos de peixe por dentro (salmon, peixe branco e camarão, geralmente) e ervihas. Parece comida de bebê, mas é bom =)

Shepherd pie



Quase que um escondidinho brasileiro, substituindo a mandioca por batata e a carne seca por carne de boi ou carneiro moída. A Mary Rose tem uma versão própria, meio indiana, com sementes e uns temperos malucos. Prefiro a versão tradicional, obrigada.

Beef or Chichen Pie



Ah, abençoado seja esse povo por suas tortas! Eles gostam e consomem tanto que você encontra a pastry (conhecida horrivelmente como “massa podre” no Brasil) no supermercado, já pronta para montar a torta. Elas não são secas e com recheios comportados como os nossos não. Os recheios deles são acompanhados de muito molho, que escorre quando você corta um pedaço, nham, nham! Além das versões que eu mencionei, tem aquela famosa (e nojenta) feita de rim, que eu jamais chegarei perto na minha vida e tenho dito.

Gravy



Um molho escuro e cremoso, feito da borra da carne que você acabou de cozinhar, para servir com o seu assado e vegetais. Eu AMO, AMO, AMO gravy *______*

Yorkshire pudding



Um tipo de pão assado, de massa bem levinha e formato disforme, que você come com carne assada, vegetais e GRAVY! Olha, vou te dizer… Acho que só feijão com arroz é uma combinação melhor que Yorkshire pudding e gravy ^^

Eu pretendo reproduzir muito disso quando estiver de volta em casa. Família e amigos, estão convidados =)

P.S. As coisas que acompanham o chá (*______*) são um capítulo à parte e eu falo depois sobre isso.

P.S. Uma família que afirme comer com qualidade não come fish and chips em casa, por isso ele não entra nessa lista, apesar de ser um dos meus favoritos também. E na única vez em que eu comi o tal do Irish stew, a carne era tão gorda (e nojenta) que eu tive dor de barriga, então não quero nunca mais pensar nesse prato >.<

P.S. Claro que eles comem outras coisas também em casa, derivadas de outras culturas, como curries, noodles, pastas, omeletes, saladas. Aliás, eles amam comer coisas diferentes, muito mais do que o trivial deles. É, na verdade o trivial acaba sendo meio ilustre ¬¬

Playgroup para ele, encontro de comadres para mim

Imagina o que é cuidar de uma criança de dois anos e meio, cinco dias por semana, seis horas por dia? Chega uma hora, apesar de que você ame o pequeno com todas as forças do seu coração, que você precisa de uma folga. Aí que entra o querido-abençoado-tudo de bom playgroup!

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Funciona assim: você chega naquela grande sala cheia de brinquedos, larga a sua criança ali no meio, pega uma xícara de chá e um bolinho, paga uns trocos por isso (2 euros por semana) e vai se sentar nas cadeiras, batendo papo com as outras mães e au-pairs (com comentários do tipo: “nossa, o meu bebê pegou virose na semana passada, que pesadelo!” ou ainda “menina eu não gosto dessa marca de wipes que você usa não, o cheiro é muito forte!” =P), só levantando para acudir a sua criança em casos de quedas, brigas com outras crianças, choros ou pedidos especiais (“play me, Didi!”).

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Eles são muito populares aqui em Dublin, tem mais de um por bairro. Eu vou no St. Anthony’s Playgroup, que é realizado todas as terças-feiras, das 10h30 às 13h (mas só ficamos até às 11h30, porque o B-Boy precisa dormir e almoçar antes de ir pra escolinha), no antigo prédio da St. Anthony’s Church (que hoje tem um prédio novo nos fundos).

Meu B-Boy é esperto, gosta de estar cercado por belas garotas *___*

Meu B-Boy é esperto, gosta de estar cercado por belas garotas *___*

Eu e o Airt curtimos muito. Ele come 2 biscoitos e 1 bolo (o nosso acordo semanal porque, se eu deixar, ele come TODOS ¬¬), brinca com os carrinhos, corre pra lá e pra cá. Eu tomo um chá, como um bolinho, bato papo, sento. E é melhor ainda porque temos amigos por lá! A antiga au-pair espanhola da Mags, a Suzana, leva as suas novas crianças (gêmeas de 1 ano e meio, Roisin e Guiva) lá também. Então o Airt brinca com as meninas e eu e a Suzana batemos papo. Meu encontro de comadres favorito =)

Na semana passada, levei o Airt para lá pela última vez, já que deixo a Irlanda, meus empregos, minhas crianças, em poucos dias. Foi triste saber que acabou. É triste saber que tudo está acabando. Será que eu ainda tenho desprendimento sobrando, depois de tudo do que me desprendi nesse ano?

Clontarf, bairro doce bairro

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Desde que comecei a trabalhar na Mags, que morava antigamente em Killester, eu frequento o bairro de Clontarf. Naqueles raros dias de calor, com as árvores de cerejeiras carregadas de flores, nas muitas horas de passeios com os bebês no carrinho, eu gostava de descer a Stiles Road e dar de cara com o mar, no Sea Front de Clontarf. Mal sabia eu que, em pouco tempo, poderia chamar esse bairro de meu =)

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Me lembro que, no caminho para a casa da Mary Rose, no dia da mudança, com as malas e cuias no bagageiro do táxi, eu olhava o Sea Front, a grama verde brilhando com os raios de sol, as lojinhas e café e imaginava: “ah, como eu sou sortuda de vir morar aqui”! Sim, de fato. O lugar é excelente, com tudo o que se precisa e muito perto do centro, porém com aquele clima de bairro e com uma vista espetacular do mar a poucos minutos da sua casa.

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Clontarf, do gaélico, que significa “prado do boi”, é localizado no norte de Dublin. A região é famosa historicamente, pois foi palco da batalha de Clontarf, em 1014, quando Brian Ború, o famoso rei-herói-celta-irlandês derrotou os vikings e seus aliados que brigavam por conquistas de terras. Quando os anglo-normandos chegaram, mais batalhas aconteceram por aqui, como em todo o resto da Irlanda. Igrejas e castelos foram construídas, depois destruídas, depois construídas novamente.

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E, após tudo isso, o que fica hoje é um bairro muito do agradável! É comum ver os moradores daqui andarem com os seus cachorros ou filhos no Sea Front, nas primeiras, segundas ou últimas horas do dia. Eles também param nos milhares de cafés ou restaurantes fofos que existem na Clontarf Road. E também fazem compras no Nolan’s, o incrível mercado com cara de lojinha de bairro, cheio de delícias fresquinhas.

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Não é demais? Eu curti o máximo que pude, conciliando a rotina do B-boy com os diversos passeios interessantes a fazer. Andamos, brincamos, corremos, pulamos, jogamos pedrinhas, no Sea Front umas 66465458980 vezes, com calor ou frio. Levamos o Mossy-Messer para passear quase todas as manhãs daquelas três semanas. Desbravamos os mistérios do St. Anne’s Park, o bosque encantado. Fomos à biblioteca. Fomos ao Nolan’s comprar desde laranjas a saquinhos de fraldas, o Airt sempre pagando o dinheiro para a “lady”.

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E, para completar a minha paixão por aqui, não é que a prefeitura iluminou a “vilinha” perto de onde eu moro, já no clima lindo de Natal? É tão legal descer do ônibus, sentir aquele vento congelante no rosto e ver todas as luzinhas acesas a caminho de casa. É, Clontarf… Vou sentir a sua falta ^^

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